Resposta curta: delivery se ganha em raio curto. O cliente que vale é o que está a poucos minutos de entrega, porque frete alto e espera longa derrubam o pedido. Divulgar no bairro significa três coisas ao mesmo tempo: anúncio com raio pequeno, perfil no Google completo para a busca por proximidade e presença de rua onde o vizinho já passa.
Porque o alcance que não converte custa igual. Aparecer para alguém a doze quilômetros gasta a mesma verba que aparecer para o vizinho, com uma diferença: o vizinho pede de novo na semana seguinte, e o outro nem pede da primeira vez, porque o frete inviabiliza.
A régua prática é o seu tempo de entrega. Se acima de trinta minutos a comida chega ruim, o raio do anúncio precisa terminar onde a entrega ainda chega bem.
Comece pelo raio em que você entrega bem hoje, não pelo raio que gostaria de atender. Bairro denso costuma render mais com raio de poucos quilômetros, porque cabe muita gente em pouco espaço e a entrega é rápida.
Se o seu bairro é de casas espalhadas, o raio precisa ser maior para ter público, e aí a conta muda: ticket maior e pedido mínimo passam a importar mais. Vale acompanhar o custo por pedido por faixa de distância antes de ampliar.
Essa busca é resolvida principalmente pelo perfil no Google, não pelo anúncio. Pesa categoria certa, foto de comida de verdade, horário atualizado, cardápio no perfil e avaliação recente respondida.
É o canal mais barato do delivery e o mais abandonado. Enquanto o anúncio para quando a verba acaba, o perfil continua trazendo pedido. Os dois se somam: o perfil converte quem já procura, o anúncio alcança quem ainda não pensou em pedir.
No bairro, presença física ainda converte. Ímã de geladeira que fica na porta do cliente, cardápio impresso junto do pedido, parceria com prédio e condomínio da região, fachada iluminada e visível para quem passa a pé.
Nada disso substitui anúncio, mas custa pouco e trabalha justamente na cabeça de quem já está dentro do seu raio de entrega. Vale principalmente para bairro residencial com muitos prédios.
Olhe três números por mês: quantos pedidos vieram de cada faixa de distância, quanto custou o pedido em cada uma e quantos clientes voltaram a pedir. Recompra é o sinal mais confiável de que você acertou o raio, porque cliente perto pede de novo.
Se o pedido está caro numa faixa e barato na outra, a verba precisa migrar. Esse ajuste simples costuma render mais que trocar o criativo.
Esse número diz, em reais, quanto custou cada pedido. É o que permite responder a pergunta que todo dono de delivery deveria saber de cabeça: o meu anúncio está trazendo pedido mais barato ou mais caro do que a comissão do aplicativo?
Digamos que num mês você investiu R$ 1.000 em anúncio e trouxe 200 pedidos pelo seu canal próprio, no WhatsApp:
R$ 1.000 ÷ 200 pedidos = R$ 5 de custo por pedido, sem comissão, e o cliente fica na sua base.
Agora compare com um pedido no aplicativo: além de qualquer anúncio, ele leva a comissão sobre o valor. Num pedido de R$ 60 com comissão alta, só a comissão já passa fácil dos R$ 5. É por isso que o canal próprio costuma sair mais barato por pedido no médio prazo.
No aplicativo, o custo por pedido esconde a comissão. Você vê o pedido entrar, mas a mordida no valor vem depois. No canal próprio, o custo é o anúncio, e só. Quer ver, em números, quanto a comissão pesa hoje no seu delivery? Use a calculadora da taxa do iFood. E entenda por que vale construir o seu canal próprio.
Custo por pedido é metade da conta. A outra metade é o retorno: para cada real investido, quanto voltou em venda. Você não precisa de planilha complicada, precisa de três números na mesma tela: quanto investiu, quantos pedidos entraram e quanto faturou. Com isso, você sabe qual canal e qual horário rendem mais e move a verba para onde o retorno é maior.
O que trava a maioria é não ter esses números organizados. Na Beatus, você acompanha o custo por pedido e o retorno do seu investimento num painel, ligado ao pedido que cai no WhatsApp atendido pela IA. Fica claro o que está funcionando, sem achismo, para decidir com número e não com sensação.
O raio em que você entrega bem, não o que gostaria de atender. Em bairro denso, poucos quilômetros costumam bastar e rendem mais, porque a entrega é rápida e o cliente volta a pedir. Ampliar só compensa quando o ticket cobre o frete e a espera.
Pelo perfil no Google, com categoria certa, fotos reais dos pratos, horário atualizado, cardápio e avaliações recentes respondidas. É o canal mais barato do delivery, porque continua trazendo pedido mesmo quando a verba de anúncio acaba.
Funciona como apoio, não como base. O que rende mais no formato impresso é o que fica com o cliente, como ímã de geladeira e cardápio dentro da sacola, porque trabalha na hora em que ele decide o que pedir.
Raramente. Frete alto e espera longa derrubam o pedido de quem está distante, então boa parte do alcance vira custo sem retorno. A exceção é comida muito específica, que a pessoa não encontra perto e aceita esperar.
Diagnóstico gratuito em até 24h: olhamos o seu raio de entrega, o seu perfil no Google e onde o pedido está mais barato.
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