Resposta curta: o delivery quase nunca perde pedido por falta de gente olhando. Perde no intervalo entre abrir o cardápio e concluir o pagamento. Os cinco erros abaixo aparecem em quase toda operação que diz que o anúncio não funciona, e nenhum deles se resolve trocando de campanha.
Quem está com fome não espera. Cardápio pesado, cheio de foto grande sem compressão, perde gente antes de mostrar o primeiro item. E o pior é que esse cliente não reclama, ele só some, então o erro nunca aparece em nenhum relatório.
Teste no seu celular, no 4G, fora do wi-fi da loja. Se passar de três segundos até aparecer o primeiro produto, é aí que o seu dinheiro de anúncio está indo embora.
Área de entrega escondida no fim da página, ou pior, descoberta só no checkout, é um dos abandonos mais caros. A pessoa montou o pedido inteiro para descobrir no fim que não atende o bairro dela.
A correção é boba e quase ninguém faz: dizer a área de entrega logo no começo, e deixar a taxa visível junto. Frustração no checkout não volta em outro dia, vira concorrente.
O pico do delivery é justamente quando a cozinha está mais cheia e ninguém tem mão livre para responder mensagem. Só que é exatamente nessa janela que o cliente decide, e ele está com o aplicativo do concorrente aberto na outra aba.
Uma camada de atendimento automática resolve o primeiro contato: confirma que a mensagem chegou, manda o cardápio, tira a dúvida comum e registra o pedido. Veja como funciona a IA que atende no WhatsApp.
Carrinho montado e abandonado é o pedido mais barato de recuperar que existe, porque a pessoa já escolheu o que queria. Mesmo assim, na maioria das operações, esse contato simplesmente evapora.
Uma mensagem curta em poucos minutos, ainda dentro da janela de fome, recupera uma parte desses pedidos sem custo de anúncio nenhum. Veja como montar isso em recuperar carrinho abandonado.
Esse é o mais caro dos cinco, porque acontece com quem já provou a sua comida e gostou. Você pagou anúncio para conquistar essa pessoa, ela pediu, aprovou, e depois disso ninguém nunca mais falou com ela.
Recompra é o único canal em que o custo de aquisição já foi pago. Sem uma rotina de retorno, o delivery gasta todo mês para trazer gente nova enquanto a base antiga esfria. Veja como fazer o cliente pedir de novo.
Nenhum deles se resolve mexendo na campanha. Todos acontecem depois que o cliente já chegou e já custou dinheiro. É por isso que trocar de agência costuma não resolver: a nova traz o mesmo volume de gente para dentro da mesma operação que perde.
Antes de aumentar verba, vale medir o custo por pedido e conferir esses cinco pontos. Sai mais barato e o efeito aparece mais rápido.
Esse número diz, em reais, quanto custou cada pedido. É o que permite responder a pergunta que todo dono de delivery deveria saber de cabeça: o meu anúncio está trazendo pedido mais barato ou mais caro do que a comissão do aplicativo?
Digamos que num mês você investiu R$ 1.000 em anúncio e trouxe 200 pedidos pelo seu canal próprio, no WhatsApp:
R$ 1.000 ÷ 200 pedidos = R$ 5 de custo por pedido, sem comissão, e o cliente fica na sua base.
Agora compare com um pedido no aplicativo: além de qualquer anúncio, ele leva a comissão sobre o valor. Num pedido de R$ 60 com comissão alta, só a comissão já passa fácil dos R$ 5. É por isso que o canal próprio costuma sair mais barato por pedido no médio prazo.
No aplicativo, o custo por pedido esconde a comissão. Você vê o pedido entrar, mas a mordida no valor vem depois. No canal próprio, o custo é o anúncio, e só. Quer ver, em números, quanto a comissão pesa hoje no seu delivery? Use a calculadora da taxa do iFood. E entenda por que vale construir o seu canal próprio.
Custo por pedido é metade da conta. A outra metade é o retorno: para cada real investido, quanto voltou em venda. Você não precisa de planilha complicada, precisa de três números na mesma tela: quanto investiu, quantos pedidos entraram e quanto faturou. Com isso, você sabe qual canal e qual horário rendem mais e move a verba para onde o retorno é maior.
O que trava a maioria é não ter esses números organizados. Na Beatus, você acompanha o custo por pedido e o retorno do seu investimento num painel, ligado ao pedido que cai no WhatsApp atendido pela IA. Fica claro o que está funcionando, sem achismo, para decidir com número e não com sensação.
Quase sempre por atrito no caminho: cardápio lento, área de entrega escondida, taxa que aparece só no checkout ou ninguém respondendo no pico. O anúncio entrega a visita; o que acontece depois é o que fecha ou não o pedido.
A ausência de recompra. Nesse ponto o delivery já pagou anúncio, já produziu, já entregou e o cliente aprovou. Deixar essa base esfriar significa comprar cliente novo todo mês para repor gente que já era sua.
Vale, e é quando mais decide. O problema é que no pico ninguém tem mão livre. Por isso a primeira resposta precisa ser automática: confirma o recebimento, manda o cardápio e segura o cliente até alguém assumir.
Só se o problema for a campanha. Se a visita chega e o pedido não entra, a agência nova vai trazer o mesmo volume para dentro da mesma operação. Vale corrigir o caminho antes de mexer no anúncio.
Diagnóstico gratuito em até 24h: olhamos o caminho do cliente do anúncio ao pagamento e apontamos onde ele para.
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